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Arquivo da Categoria ‘Marketing’

Não posso acreditar!

sábado, 30 de maio de 2009

Olá leitores, tudo bem?

Não sei se vocês têm acompanhado, principalmente nos últimos dias, as notícias sobre a Sadia.

É de conhecimento de todos que um gestor financeiro da empresa no ano passado apostou demais na desvalorização do dólar e isto levou a Sadia a um prejuízo de bilhões, prejudicando a sua liquidez de caixa.

É claro também que um prejuízo e uma imprudência como esta prejudica investimentos, projetos e até mesmo os planos da empresa.

Por outro lado, a empresa aumentou suas vendas em mais ou menos 27%, mesmo considerando o ultimo trimestre de 2008 que foi muito fraco para todo o mercado.

Onde quero chegar?

Na semana passada voltaram novamente os comentários sobre uma associação entre a Sadia e a Perdigão. Tudo normal até então!

O problema é que a avaliação da Sadia feita pelos possíveis compradores está levando em conta o valor de suas ações e seus ativos.

sadia_logoMinha pergunta: e a marca? Tenho certeza que ela vale mais do que tudo o resto!

Líder no Mercado nacional, passou agora pelo primeiro prejuízo de sua história, tem vendas para lá de saudáveis e está sendo muito desvalorizada na negociação.

Sinceramente, se eu tivesse dinheiro compraria sem dúvidas!

É a insanidade do mercado! Uma pena!

Abraços e até amanhã!
Fábio Fiorini

Banco Itaú – Case Marca 04

terça-feira, 19 de maio de 2009

Para não falar só de produtos de consumo, vamos falar de serviços também.
Isso porque as marcas de serviços valem muito e os serviços também podem e devem ser marcas vendedoras.
Hoje vamos falar de um magnífico case de branding e marca vendedora. Vamos falar do Banco Itaú.
Banco Brasileiro, fundado em 1943, na cidade de Pratápolis, distrito de Itaú, MG. Não precisa nem dizer que são anos de glória, construção de uma marca valiosíssima e muito lucro, muito mesmo!

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Só para terem uma idéia, segundo a consultoria Brand Finance só a marca (isso mesmo, só a marca) vale 5,34 bilhões de reais. O lucro do Banco no ano de 2007 foi de 8,47 bilhões de reais.
O que firmou o sucesso desta marca?
1 – Foco no crescimento sustentável e seguro – foram diversas aquisições sem loucuras financeiras.
2 – Investimento maciço em comunicação – nunca deixou de investir institucionalmente, o que foi responsável por cada vez mais clientes se relacionando com a marca.
3 – Modernização – ao longo de todos estes anos a marca se modernizou constantemente, não só no aspecto físico de suas agências, mas em sua logomarca, campanhas e ações de comunicação.
4 – Inovações – foram muitas tecnológicas, de serviços diferenciados e campanhas impensáveis ousadas pelo banco.
Sem dúvida, o Itaú está presente em muitas cidades do país com a mesma “caraâ€, os mesmos serviços e com grande maestria de resultados!
Como aproveitar este caso para sua empresa?
1 – Foco na excelência dos serviços x crescimento (seus serviços são habituais ou sempre diferenciados que o fazem ou podem fazê-lo crescer?)
2 – Investimentos ininterruptos na sua marca – as marcas fortes são as que estão sempre na cabeça do cliente. Não importa o tamanho da empresa, ela precisa sempre aparecer na cabeça da sua região de atuação. Desde grandes investimentos, até panfletos e marketing um a um (que custa quase nada) podem ser responsáveis por colocar sua marca sempre na cabeça das pessoas
3 – Ser moderno sempre – é sempre bom mostrar uma “cara†moderna (materiais impressos, sites, e-mails, investimento na modernização da estrutura…). Tudo isso pode fazer a diferença e mostrar que seu negócio tem saúde e é confiável.
Lembre-se que esta marca começou do zero! A sua marca pode ser forte e vendedora, independente do seu tamanho!
Sucesso e até amanhã!
Fábio Fiorini

Leite Condensado Moça – Case de Marca 02

domingo, 17 de maio de 2009

moaa
Só de ler este nome já fico com água na boca, pois associo a brigadeiro, pães doces, pudim de leite moça… Tudo de bom! Até ele puro é muito bom!
O leite condensado, como era chamado inicialmente surgiu em 1867, com o objetivo de ser diluído em água para ser um leite já açucarado. No Brasil o produto chegou em 1890 e a grande vantagem era o longo tempo que podia ser armazenado sem estragar. Logo se tornou um ingrediente indispensável na cozinha e até hoje é assim!
Um case maravilhleite-mocaoso, já que a marca tornou-se sinônimo de categoria! Mesmo comprando outras marcas, as pessoas dizem que estão comprando leite moça – nome dado de forma espontânea pelos consumidores por causa do desenho da moça na embalagem – sensacional!
Atualmente a marca continua líder absoluta da categoria, a mais lembrada, a mais consumida, a melhor avaliada e muito, mas muito rentável. Um sonho para qualquer marca e empresa não?
Por que isso acontece?
1 – Foco sempre numa comunicação jovem, associando o produto a momentos felizes e gostosos – rejuvenescimento de marca constante, conservando as características de força e qualidade.
2 – Pioneirismo no departamento de atendimento ao consumidor – foi a primeira empresa a fazer isso de forma eficiente. Respeito às pessoas!
3 – Facilidade de consumo – inovou ao colocar receitas e dicas de uso na própria embalagem
4 – Modernidade – sempre pensa em novidades na embalagem para acompanhar as facilidades necessárias para o dia a dia
5 – Extensão de linha bem sucedida – criação de produtos com a mesma marca para aumentar o consumo (mocinha, moça festa…)
Uma gostosa lição de branding e uma marca de verdade vendedora!nestle_linha_moca
O que levar para sua empresa?
1 – Ficar próximo do público jovem e formador de opinião ajustando suas mensagens de comunicação
2 – Fazer o verdadeiro atendimento ao seu cliente resolvendo seus problemas e atuando como facilitador de sua vida (sua marca agradece e suas vendas também)
3 – Pesquisar constantemente como as pessoas consomem seus produtos ou usam seus serviços, para criar variações inovadoras para atender melhor seus clientes (eles pagam felizes por novidades que os atendam bem)
Vejam que uma marca não se faz com imagem, mas com ações como estas que perduram por muito tempo!
Não vale a pena?
Até amanhã e sucesso para todos!
Fábio Fiorini

Estratégia eletrônica para vender mais!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Olá amigos leitores, tudo bem?

Como sabem, gosto bastante de arquivar artigos interessantes, notas de jornais e revistas que podem nos ajudar a pensar um pouco mais sobre nossas convicções.
obama
Sempre faço a busca disso e achei hoje um artigo interessantíssimo sobre o site do novo presidente dos EUA, Barack Obama – publicado no jornal O Estado de São Paulo, do dia 22/01/2009.

Poucos instantes após o seu juramento de posse, estava no ar o novo site.

O novo site contém:

1 – Blog para o governo se comunicar
2 – O seu plano de governo prometido na campanha
3 – Videocast para ele falar com a população americana e mundial
4 – Espaço para as principais decisões que podem ser enviadas por SMS
5 – Espaço para envio de sugestões

Na minha opinião isto é um exemplo para todas as marcas e suas estratégias.

Digo isso, porque Obama ao longo de sua campanha esteve próximo do povo e o meio eletrônico foi o principal veículo, arrecadando milhões e milhões de dólares para a campanha do então candidato.

Com esta novidade ele mostrou que está reforçando o seu posicionamento de marca, construindo e ficando cada vez mais próximo da população mesmo depois de eleito.

Assim, sugiro aos leitores e amigos que levem em conta este exemplo.

Coloque seu negócio na internet de forma profissional, leve conteúdo para o seu mercado e para sua região de atuação, aproxime-se das pessoas e se comunique individualmente, faça do seu site uma central de relacionamento verdadeiro com as pessoas, seja transparente, crie um espaço para que os clientes e parceiros discutam como melhorar seus produtos e serviços e divulgue seu site para sua região.

Tenho certeza que um site bem estruturado, bem divulgado e bem trabalhado diariamente com o mercado e região de atuação, pode ser responsável por dar visibilidade para sua marca, criar relacionamento freqüente com as pessoas e este esforço transformar sua empresa em uma marca vendedora que vende bem e sempre!

Até amanhã!
Fábio Fiorini

Afinal, para que serve mesmo uma marca?

terça-feira, 12 de maio de 2009

Olá amigos leitores!

Estou escrevendo a algumas semanas neste blog sobre branding (construção e gestão de marcas), sobre estratégias bem sucedidas de marcas, sobre casos de marcas que se construíram e casos de marcas que se reposicionaram.

Mesmo tendo falado sobre casos fantásticos e de grandes resultados em imagens e vendas (não dá para ter só um destes) ainda percebo que muitas pessoas têm dúvidas sobre esta questão das marcas e estratégias de branding.

Dúvidas, se realmente isto vale para todas as empresas!
Querem saber a minha opinião?

A MARCA E SUAS ESTRATÉGIAS DE BRANDING SÃO ELEMENTOS FUNDAMENTAIS PARA AS EMPRESAS GANHAREM CADA VEZ MAIS MERCADO E DINHEIRO, ATRAVÉS DE RESULTADOS SUSTENTÃVEIS DE IMAGEM E VENDAS!

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Desculpe as letras maiúsculas, mas às vezes dá vontade de gritar mesmo! Nada pessoal. :D

Para traduzir esta importância estratégica em fatos reais, como sempre costumo pregar, vou transcrever abaixo um trecho que um artigo publicado na Revista Consumidor Moderno de Junho de 2008. O artigo trata especificamente sobre marcas, reputação, imagens e intangíveis: um fim na confusão.

“Marcas são relevantes para o negócio e como tal têm seu valor. Sua principal contribuição para o negócio reside, variando de setor para setor, de negócio para negócio, em contribuir com dois grupos de fatores centrais do sucesso das empresas – (i) reputação e imagem e (ii) competitividade e resultados.
Marcas bem construídas e com valor e princípios alinhados ao seu posicionamento e públicos contribuem para boa reputação e imagem das empresas ao agregarem “comerciabilidade†aos produtos, serviços e à própria companhia (em função de serem mais facilmente aceitas, por serem mais facilmente reconhecidas). Igualmente, marcas bem construídas trazem competitividade e resultados às empresas, pois significam a possibilidade de cobrar prêmios em seus preços por conta dos elementos ligados à sua diferenciação e ao posicionamento exclusivos.â€

Vejam só que coisa!
Vejam só que maravilha!

Para vender mais, é preciso ter uma marca bem posicionada! Se isso acontece, você pode vender mais caro. Se isso acontece você pode vender mais. Se isso acontece você será mais reconhecido e venderá mais…

Se convenceu?

Trabalhar bem a sua marca (seja uma mega, grande, media, pequena ou micro empresa) é fundamental para os resultados da sua empresa.

Tenha certeza disso!

Para exemplificar com um caso real, vou fazer uma pergunta: você compra sempre a roupa mais barata ou escolhe alguma marca? Por quê você escolhe no supermercado alguns produtos que são mais caros que os outros? Por que compramos um ipod, se temos mp3 players mais baratos e com mais memória?

A lista é infinita…

Trabalhar a marca não é fácil, mas é preciso começar. Veja alguns passos:

1 – Saber os diferenciais da sua marca x dos seus concorrentes (faça pesquisas)
2 – Saber o motivo real da compra dos seus consumidores
3 – Saber se o que você quer para a sua marca é o mesmo que seus consumidores entendem que ela é
4 – Saber se o que você quer para a sua marca é o mesmo que seus funcionários entendem que ela é
5 – Saber se suas peças de comunicação transmitem seus diferenciais
6 – Combinar tudo isso e saber se isso é responsável por aumentar suas vendas

Este é o início de tudo para reconstruir a sua marca para que ela seja poderosa e vendedora!
Invista tempo nestas questões e verá que tem informações suficientes para transformar os resultados do seu negócio!

Até amanhã!
Fábio Fiorini

Mudar e inovar é preciso!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Como sempre gosto de fazer, estudar casos é a melhor forma de entender o que acontece realmente no mundo dos negócios e do marketing.

Além disso, o caso é um caminho para construir um outro caso próprio, já que através dele você consegue saber os pontos fortes e fracos e daí construir um caso único com seu toque profissional.

E por fim, o caso é a personificação de qualquer teoria aplicada à prática!

Hoje vou comentar um caso publicado pela central de casos da ESPM e não vamos discutir se está certo ou errado o que fizeram, mas o conceito desfazê-lo, ok?

Vamos falar sobre o Caso da C&A, marca valiosíssima e rentável do segmento de varejo da moda no Brasil.

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Chegava o momento desta marca comemorar 25 anos de existência e algo precisaria ser feito.

Estudaram muito e chegaram à conclusão que a marca precisava de um REPOSICIONAMENTO.

Reposicionar a marca significa ajustar ou corrigir um posicionamento já construido na cabeça do consumidor, normalmente para mostrar inovação, criar uma nova associação e mostrar que a marca se renova.

Foi justamente o que a C&A pretendia.

Para personificar esta pretensão eles contratam a modelo brasileira Gisele Bündchen para estrelar sua campanha de 25 anos.

Disse que não discutiremos neste momento se foi certo ou errado a contratação dela, mas a estratégia da C&A, ok?

O fato é que a marca queria mostrar que suas lojas são ambientes fashion e a marca está no auge de todas as tendências.

Conseguiram e muito bem!
Mas o que isso traz de lição?

A grande lição é que uma marca precisa estar atenta ao que acontece no mercado e com esta leitura precisa se renovar. Uma marca não fica parada ao longo do tempo e se isso acontecer, corre o risco de morrer, como muitas marcas de sucesso que simplesmente despareceram!

Outra lição sensacional é que reposicionar uma marca significa mostrar ao mercado que você está atento a tudo e faz sempre o melhor para os clientes.

E por fim, reposicionar uma marca significa longeivizar a sua marca.

Mas atenção, é preciso num processo de reposicionamento saber demais sobre sua marca e seu mercado. Você precisa conservar os aspectos positivos que sua marca tem e agregar aspectos únicos que seus concorrentes teriam enorme dificuldade agregá-los e eles se tornariam únicos para sua marca.

Uma dica legal para saber se é a hora de reposicionar a sua marca é pedir para os consumidores falarem sobre seus diferenciais x diferenciais dos seus concorrentes. Se não souberem, pode ser que sua marca esteja sem diferenciais para ocupar um espaço único na cabeça das pessoas. Pode ser que chegou a hora!

Tenham certeza que reposicionar uma marca de forma completa e correta, normalmente o resultado é valorização da marca, maior respeito dos consumidores, espaço novo para os consumidores se relacionarem com esta marca e, é claro, aumento das vendas!

Um abraços a todos e até amanhã!
Fábio Fiorini

Merchandising x Credibilidade

sábado, 9 de maio de 2009

Olá amigos leitores! Desejo que todos tenham uma semana de muita paz e sucesso!

Estão cada vez mais freqüentes as ações de merchandising na televisão e rádio.

Apenas para exemplificar de forma bem simples, falo aqui do merchandising em que um apresentador de determinado programa fala sobre a marca contratante.

Existem outros tipo, mas não falaremos sobre eles.

Por quê falo sobre isso hoje?

propagandaPorque quase todos os dias inúmeros programas passam a adotar esta prática como forma de aumentar suas receitas e prender a atenção do espectador, uma vez que o risco de trocar de canal como vem acontecendo nos intervalos comerciais tradicionais é bem menor.

O meu questionamento hoje é sobre a credibilidade destas ações.

Tenho a convicção que são boas ações se forem bem planejadas, roteirizadas e alteradas ao longo do tempo.

Ajudam sim a construir a imagem de uma marca e podem ajudar bastante nas vendas.

Mas um cuidado é fundamental. Quem falará sobre a marca?

É aqui que entra minha opinião, pois tenho visto inúmeras marcas investindo neste tipo de ação, sem se preocupar com o locutor ou apresentador.

Muitos apresentadores e locutores falam de tudo, todas as marcas e todos os segmentos. Chega ao cúmulo de falar sobre uma marca em determinado mês, valorizá-la, falar que é a melhor, a mais completa… e no mês seguinte estar falando sobre o concorrente que pagou mais e comprou o espaço.

Será que desta forma a marca se constrói?

Em minha opinião, desta forma, não!

Uma marca precisa de credibilidade e cuidado, caso contrario o efeito será danoso.

É preferível contratar outra pessoa para falar! Não corra este risco!

Merchandising é uma forma inteligente de se trabalhar, mas precisa da mesma inteligência de uma campanha para ser feito. Caso contrario, é melhor não fazer!

Um abraço a todos e até amanhã!
Fábio Fiorini

Uma lição verdadeira de marketing!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

apple
Amigos leitores, imagino que vocês devem estar acompanhado, especialmente nos últimos dois anos, o merecido bombardeio de destaque positivo que a Apple vem recebendo na imprensa mundial.

A Apple é aquela maravilhosa indústria de tecnologia que facilita nossa vida com muito requinte, ousadia e design para ouvir musica nos seus fantásticos iPods, usar um computador sensacional como o Mac e muitas outras descobertas e inovações que eles fazem ao longo do tempo.

Sem falar, é claro, do lendário que ficará para a história do mundo dos negócios, Steve Jobs. Egocêntrico, mas competente CEO da empresa.

Por que falar da Apple? Só porque eles tem milhões e milhões de dólares para investir e criar produtos maravilhosos? Só porque eles tem milhões e milhões de dólares para investir em propaganda e comunicação?

É claro que não!

Falo deles como um dos maiores cases do mercado, porque eles tem algo que toda empresa que queira fazer marketing de forma correta, completa e de resultados, precisam seguir um princípio básico: POSICIONAMENTO!

Ter posicionamento significa ocupar um pedacinho diferenciado na cabeça das pessoas. A empresa que consegue criar um posicionamento diferenciado, nunca mais terá problemas de concorrência de preço, fidelizará seus consumidores que serão responsáveis por propagar de forma positiva e gratuita a marca da sua empresa. Uma empresa com bom posicionamento consegue notícias gratuitas por ter diferenciais que ninguém tem e, é claro, vendem bem e sempre!

Por quê falar tudo isso aqui?

Porque sua empresa também pode ser assim, mesmo que seja uma pequena empresa!

É sério!

Basta criar o seu próprio posicionamento! Para começar é fácil, muito fácil! Mas pode ser doloroso… Responda rapidamente, qual o seu maior diferencial?

Se você se enrolou ou não soube a luz de alerta está acesa. Provavelmente você enfrenta uma concorrência predadora e tem grandes riscos de não ter diferenciais na cabeça das pessoas e, fatalmente, pode entrar em guerra de preços e colocar o seu negócio em risco.

Se você responde de primeira sobre o seu diferencial e o seu consumidor enxerga da mesma forma e sem nenhum concorrente com este mesmo diferencial, parabéns!

Este pode ser seu posicionamento na cabeça dos clientes!

E para que ele seja firme como o da Apple, tudo o que você fizer precisa reforçar cada vez mais a sua posição. Tudo mesmo! Propaganda, reportagens, atendimento, produtos, serviços, eventos, internet…

Isso colocará cada vez mais sua marca na cabeça das pessoas. Será responsável por tornar você diferente, para que sua empresa venda mais, sempre e com lucro. Seus concorrentes terão cada vez mais dificuldades em copiar sua estratégia e seu diferencial, pois ele será só seu!

Voltando à Apple, note que eles seguem à risca seu posicionamento de ser uma empresa que oferece produtos simples de usar e com a mais alta tecnologia possível. Isso lembra alguma coisa? Quem inventou o Ipod? (você imaginava ter um produto assim?) Quem inventou o Iphone (com tela touch) e por aí vai…

Será que eles aparecem tanto na mídia mundial por acaso? Será que eles vendem bem? Incrivelmente bem!!! Por isso é que tem milhões e milhões sempre!

Pense nisso e faça o teste do posicionamento. Tenho certeza que isso poderá mudar para melhor os resultados de sua empresa!

Um ótimo final de semana e na segunda nos falamos novamente!
Fábio Fiorini

É assim que se mata uma marca?

terça-feira, 5 de maio de 2009

Amigos leitores hoje vou comentar com vocês um grande dilema dos tempos modernos.
Fusões e aquisições são sempre cada vez mais freqüentes no mundo dos negócios, ainda mais com o mercado agitado como está.
Uma fusão que me chama demais a atenção e já sei qual será o final dela, é a compra do Banco Real pelo Santander.
O segundo comprou o primeiro!

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Olhando para a marca do Banco Real, temos um verdadeiro case de Branding (construção e gestão de marca). Uma marca que se posicionou como socialmente responsável e reforçou a todo momento esta posição através de suas ações de comunicação, ações internas, relacionamento com clientes, reformulação de agências, treinamento de pessoal, produtos novos, transparência com os clientes… Enfim, um exemplo do verdadeiro processo de construção de uma marca primorosa.
O resultado é que a marca foi comprada por milhares e milhares de dólares e somente a marca foi “megamente†avaliada.
Até aqui tudo bem.
O problema é que o projeto do Santander é sumir com a marca do Banco Real.
Ela sairá do mercado e o novo banco ficará somente com a marca Santander.
Será que eles conseguirão absorver o maravilhoso posicionamento da marca comprada?
Será que os clientes se sentirão “em casa†com a nova marca?
Será que os clientes ficarão satisfeitos em ter uma marca que adotaram por seu posicionamento,  extinta do dia para a noite?
Acredito que “matar†uma marca como esta do dia para a noite é um grande problema e eu não faria isso!
Mas temos que esperar! Quem sabe não tenhamos uma agradável surpresa com a marca Santander incorporando os valores do Real?
E vocês, o que acham?
Um abraço a todos e até amanhã!
Fábio Fiorini

Novamente o relacionamento para construir marcas vendedoras

terça-feira, 5 de maio de 2009

Tudo o que leio e acho interessante eu guardo para futuras consultas e foi o que aconteceu com o artigo: “Publicidade pega carona com os consumidoresâ€. Publicado no jornal O Estado de São Paulo do dia 12/01/2009.

Fala basicamente que o mundo da publicidade está cada vez mais sedento por buscar alternativas de entrar na vida dos consumidores através de movimentos sociais capazes de fazer uma marca fazer parte realmente da vida das pessoas.

Veja que incrível, pois estamos vivendo um momento de transição completa! Por quê?

Para criar um relacionamento profundo e fazer parte do mundo social das pessoas, as grandes marcas estão buscando alternativas de exposição que antes eram “restritas†as pequenas empresas.

Quem imaginaria que gigantes que investem milhões e milhões do dólares e euros poderiam pensar em eventos para pequena quantidade de pessoas formadoras de opinião?

Quem imaginaria que uma marca forte (como citei ontem o case da TVA) poderia realizar um evento dentro de um condomínio?
Quem diria que muito da verba que antes era soberana em canais de televisão, migraria para movimentos digitais gerados pelos próprios consumidores? É realmente uma grande oportunidade de negócio para todos os portes de empresa.

Não ganha quem tem mais verba, mas quem sabe se relacionar melhor e colocar o consumidor vivenciando a experiência com uma marca, de forma sutil, natural e marcante.

Tenho cada vez mais convicção que as pequenas empresas têm uma força enorme frente às grandes. Por sua agilidade nas decisões, por sua falta de recursos em comparação com as gigantes e por sua proximidade que pode estabelecer com os consumidores, clientes e não clientes. Elas podem criar ações de relacionamento imbatíveis e difícil de ser copiada.

Está na hora de sair da toca! Está na hora de convidar a sua região a se relacionar com você!
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Como?

Experiência é a palavra chave. Não espere alguém comprar de você sem se relacionar antes. Isso não vai mais acontecer!

Mas como fazer isso?

Participe de tudo na sua região. Abrace causas sociais sem interesse, mas com compromisso! Convide as pessoas da sua região a botar a boca no trombone sobre alguma coisa que você pode ajudar! Crie interatividades para se comunicar com as pessoas. Crie o Blog da região!
Existem milhares de oportunidades de se relacionar sem interesse imediato. Se as pessoas se relacionarem com sua marca, naturalmente comprarão de você no curto prazo!

Enquanto os seus concorrentes querem vender, vender e vender, as pessoas perceberão que, mesmo você também precisando vender, sua marca tem compromisso e preza respeito de relacionamento antes de tudo.

Resultado? Certamente você venderá mais!

Amanhã conversaremos mais!
Fábio Fiorini

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