This text is replaced by the Flash movie.

Arquivo da Categoria ‘marcas’

Conheça quem não é seu cliente e descubra os novos mercados

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Olá leitores, tudo bem?

Estava mexendo na minha biblioteca pessoal e achei um artigo bem interessante que gostaria de compartilhar com vocês. O administrador Peter Drucker o escreveu em 14 de agosto de 1995, para a Folha Management, mas o assunto continua bem atual. Dêem uma olhada no anexo e confiram a nossa análise.

Já faz tempo que as grandes empresas investem em pesquisas que mostram as mudanças nos perfis e hábitos dos consumidores. Para quem acha que esse hábito é algo atual, está muito enganado.
Em uma matéria publicada em 1995, o administrador Peter Drucker mostra que “toda empresa deve orientar suas ações de acordo com os clientes. Isso é ponto pacífico. Mas também deve agir de acordo com o mercado”. Uma novidade daquela época.

Focar-se apenas nos clientes não é mais suficiente, afinal, as mudanças não ocorrem somente entre os consumidores, mas elas afetam a todos, inclusive os não-clientes, que se apresentam em um número bem maior – a exceção seria uma detentora do monopólio. Como explicar a falência de grandes lojas de departamentos espalhadas pelo mundo, que possuem dados pessoais dos seus compradores? Elas possuem informações vitais para satisfazer as necessidades daqueles que já frequentam as suas lojas, mas esquecem de se preocupar com os futuros consumidores.

Seguindo a concepção dessas companhias, todas as donas de casa eram uma cliente, portanto, todo o resto da população não interessava. Uma ideia que mesmo há 16 anos, época em que a matéria foi publicada, já era um tanto quanto ultrapassada. Afinal, são poucas as mulheres que ainda ocupam apenas esse papel. Agora, em sua maioria, são profissionais dedicadas, com mais dinheiro e menos tempo para frequentar as lojas de departamento. Mesmo quando parecia óbvia essa mudança, as empresas notaram a nova forma de consumo quando era tarde demais.
É claro que as pesquisas sobre hábitos de consumo devem se pautar em seus clientes mais fiéis, mas isso não quer dizer que os não-clientes devem ficar de fora, pois, é o mercado que deve determinar o comportamento das companhias.

CONSUMIDORES DIFERENTES
Nessa nova era, os consumidores possuem pouco tempo, a vida tornou-se mais dinâmica, e eles querem ficar por, no máximo, dez minutos dentro de uma loja. Catálogos, malas diretas e televisão são os veículos utilizados atualmente para chamar a atenção desse público e divulgar as novidades. Uma forma de se ajustar ao comportamento dos consumidores.

Vale lembrar que há muito tempo o mercado deixou de ser homogêneo e os consumidores deixaram de ser classificados por faixas de renda. Agora, são tipificados de acordo com os seus diferentes estilos de vida. Grande parte dos empresários não conseguiu entender as mudanças nos seus mercados, esquece-se que as necessidades dos consumidores precisam ser valorizadas e satisfeitas. Devem enxergar a transformação estrutural pelo qual estamos passando e ver como as pessoas gastam seu dinheiro.

Vamos aproveitar o que foi visto nesse artigo e aplicar uma dica que pode ser muito valiosa para o seu negócio: questione não apenas o seu cliente, mas também aqueles que não conhecem a sua empresa e descubra quais são os reais motivadores para esse ocorrido.

Parece simples e existe quem seja contra isso, mas é sempre bom, mesmo que informalmente, conversar com as pessoas que não são seus clientes para sentir a temperatura e descobrir se existe alguma rejeição séria em relação a sua empresa. Já vivenciamos casos em que a percepção negativa era real por parte dos consumidores, mas irreal na prática. Um simples trabalho de comunicação dirigida resolveu. Tenha certeza de que, se bem feito, pode aumentar suas vendas e retenção de clientes.

 

O segundo passo para construir uma Marca

domingo, 17 de abril de 2011

Olá Leitroes, tudo bem?

Espero que 100%!

Na semana passada postei aqui o primeiro vídeo que gravei sobre os passos para a construção de uma forte marca.

Espero que todos tenham analisado como anda o conhecimento da sua marca no mercado.

Agora vamos dar o segundo passo que á fazer a marca ser considerada como opção compra. Quer saber o que é isso?

Imagine que você conheça três empresas áereas e neste determinado momento fizesse uma cotação em apenas duas. Significa que conhece três e somente considera duas como opção de compra. O resultado é que uma delas, mesmo sendo conhecida não conseguiria vender neste momento.

Aproveitem o vídeo:

http://www.youtube.com/user/fabiofiorinibranding?feature=mhum#p/a/u/0/ukN3hwvPgbA

consumer5

Boa semana e boa Páscoa a todos!

Fábio Fiorini

O passo a passo para a força de uma marca!

terça-feira, 12 de abril de 2011

consumer4

Olá Leitores, tudo bem?

Espero que sim!

Nos últimos tempos tenho trabalhado com uma metodologia de força de marca bastante conhecida, mas ao mesmo tempo eficiente.

É comum ter pessoas me perguntando como construir uma marca forte.

Para ajudar, vou usar alguns vídeos que criei a respeito do assunto, bem como ilustrar o passo a passo.

Esta semana posto o vídeo número 1.

Primeiro passo para a sua marca se tornar irresistível Fábio Fiorini

Aproveitem e fico à disposição!

Fábio Fiorini

Como isso impacta na marca?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Olá leitores! Espero encontrar todos bem!

Guardei aqui em meus arquivos um artigo que foi publicado na Revista Exame sobre uma ação social da Coca-Cola nos bairros mais pobres e favelas, que tornou-se uma grande ação de marketing para a marca.

Vocês podem ler o artigo no seguinte link:
Veja aqui

De qualquer forma, fala da Coca-Cola que tem um grande volume de vendas, mas uma penetração de mercado ainda a ser explorada nas classes menos favorecidas e que encontraram um caminho de explorar isso através do oferecimento de programas de treinamento na própria comunidade que as pessoas residem, para que se tornem profissionais de varejo, que dominem estratégias de ponto de venda e com a oportunidade de ingressar nos quadros da empresa.cocacola

É natural que a procura é enorme e que isso traz um enorme ganho de imagem para a marca dentro da comunidade. Também é fato que os treinamentos são sérios e isso é comprovado com as estratégias que os alunos implementam durante o curso dentro da própria comunidade nos varejos da região (objetiva aumentar as vendas dos produtos da marca onde a estratégia do aluno é implementada).

Ok! Vemos uma ação social de fato, mas também uma ação que certamente traz ganhos de imagem e ao mesmo tempo aumento de vendas.

A discussão é se isso tudo é feito somente pelas vendas e pela imagem ou se o social é o início e o resto é consequência.

Na minha opinião, diria que é tudo!

Vejo que é um projeto que o objetivo é isso tudo mesmo! Uma ação social de fato (cursos, empregos para os melhores, auxilio para profissionalização dos clientes…), um ganho excepcional de imagem (a comunidade valoriza pessoas e empresas que se preocupam com todos) e um ganho de vendas (clientes profissionalizados pela marca, defendem seus produtos em todas as situações).

Gostaria de encerrar pedindo que você e sua marca passem a pensar em projetos estruturados, mas não só comercialmente e sim institucionalmente e socialmente.

A oportunidade é grande e quando muitos são beneficiados, melhor para todos!

Sucesso!

Fábio Fiorini
Palestrante, Consultor e Empresário
Conheça as palestras de Fábio Fiorini (www.fabiofiorini.com.br)
Conheça a consultoria de Branding de Fábio Fiorini (www.netbranding.com.br)

DVD: 25 aes de marketing de baixo custo e alto impacto