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Arquivo de outubro de 2009

Como isso impacta na marca?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Olá leitores! Espero encontrar todos bem!

Guardei aqui em meus arquivos um artigo que foi publicado na Revista Exame sobre uma ação social da Coca-Cola nos bairros mais pobres e favelas, que tornou-se uma grande ação de marketing para a marca.

Vocês podem ler o artigo no seguinte link:
Veja aqui

De qualquer forma, fala da Coca-Cola que tem um grande volume de vendas, mas uma penetração de mercado ainda a ser explorada nas classes menos favorecidas e que encontraram um caminho de explorar isso através do oferecimento de programas de treinamento na própria comunidade que as pessoas residem, para que se tornem profissionais de varejo, que dominem estratégias de ponto de venda e com a oportunidade de ingressar nos quadros da empresa.cocacola

É natural que a procura é enorme e que isso traz um enorme ganho de imagem para a marca dentro da comunidade. Também é fato que os treinamentos são sérios e isso é comprovado com as estratégias que os alunos implementam durante o curso dentro da própria comunidade nos varejos da região (objetiva aumentar as vendas dos produtos da marca onde a estratégia do aluno é implementada).

Ok! Vemos uma ação social de fato, mas também uma ação que certamente traz ganhos de imagem e ao mesmo tempo aumento de vendas.

A discussão é se isso tudo é feito somente pelas vendas e pela imagem ou se o social é o início e o resto é consequência.

Na minha opinião, diria que é tudo!

Vejo que é um projeto que o objetivo é isso tudo mesmo! Uma ação social de fato (cursos, empregos para os melhores, auxilio para profissionalização dos clientes…), um ganho excepcional de imagem (a comunidade valoriza pessoas e empresas que se preocupam com todos) e um ganho de vendas (clientes profissionalizados pela marca, defendem seus produtos em todas as situações).

Gostaria de encerrar pedindo que você e sua marca passem a pensar em projetos estruturados, mas não só comercialmente e sim institucionalmente e socialmente.

A oportunidade é grande e quando muitos são beneficiados, melhor para todos!

Sucesso!

Fábio Fiorini
Palestrante, Consultor e Empresário
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Um mundo novo?

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Olá leitores!

Na minha leitura de domingo, analisava um artigo publicado no Jornal do Estado São Paulo, sobre a subida de marcas populares para o ranking de mais vendidas, inclusive passando as marcas líderes.

Isso tudo em diversas categorias como açúcar, molhos…

É claro que num primeiro momento começamos a analisar os fatores racionais como preço menor, qualidade equivalente, movimento econômico de crescimento das classes C e D e vários outros fatores.

Mas para nós especialistas em Branding isso tem um fator perceptivo muito forte.

É fato que estas marcas mais “populares” tem um vínculo maior com estes consumidores, pois os acompanha muito tempo como as responsáveis por estar com as pessoas em todos os momentos, já que nunca tiveram possibilidade de comprar as marcas líderes.

Mesmo não tendo possibilidade de comprar as líderes, estas classes sempre almejaram comprar. Isso mesmo! Não podem, mas almejam.

E se almejam e não podem começam a se aproximar!

Vejam que as marcas mais “populares” ainda continuam mais baratas, mas já aumentaram seu preço. As tornou mais rentáveis e diminuiu sua distância comercial das líderes.

Até aqui tudo normal e esperado, já que as marcas líderes não perderam seu reinado! Isso é importante! Muito importante! Ter marca forte significa se adaptar, sem perder mercado, rentabilidade e percepção.

Mas como reagir?

Um exemplo excepcional é a campanha da marca OMO!omo

Não sei se todos viram, mas eles ensinaram o consumidor a fazer contas. Ou seja, mostraram claramente que uma caixa de OMO equivale a duas ou três da concorrência. Logo multiplica a concorrência por três e observa que OMO tem o melhor custo x benefício.

Resultado?

Aumento de vendas, sem guerra de preço e aumento de percepção.

Esta é a vantagem de ter uma marca bem construída e posicionada. Rentabilidade, vanguarda e possibilidade de respostas rápidas com maior resultado.

E a sua marca? Precisa ficar entrando em guerra de preços?

E uma última observação. Não precisa ter marca líder, mas marca excelente que saiba se posicionar, se sustentar na posição e não ficar mudando de rumo toda hora para não perder ou tentar ganhar um pouco com muito esforço! Se sua marca não é líder, trabalhe para ser reconhecida como excelente!

Sucesso!

Fábio Fiorini
Palestrante, Consultor e Empresário
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Mais um case de outro case!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Olá leitores, tudo bem?

Todos devem conhecer o magnífico case das sandálias havainas que deixaram de ser consideradas sandálias populares com aquelas cores básicas (branco, preto, azul e verde) e tornaram-se item de moda reconhecido mundialmente e objeto de desejo de muitas pessoas que fazem fila para pagar muitos doláres por modelos customizados até com jóias de grande valor.

Oportunamente escreverei aqui sobre este cases para lembrarmos dos seus maravilhosos detalhes.

Recentemente eles lançaram mais um daqueles comerciais bem humorados, onde sempre tem alguma celebridade participando de forma engraçada.havaianas

Por trás, existe o objetivo de continuar a associar a marca como algo da moda e ainda de quebra, reforçar o seu espírito jovem e despojado.

Apenas para lembrarem do conteúdo deste comercial, segue um link com comentários sobre ele:

Veja Aqui

O fato é que a marca mostrou porque é um grande case!

Criou novo comercial, com a mesma personagem polêmica e deixou os consumidores escolherem se querem ou não vê-lo. Esta personagem comenta sobre a proibição, reforça sua posição e diz que quem quiser ver o comercial, basta acessar um link na internet (Veja Aqui)

Resultado? Explosão de acessos e defensores da marca! Um sonho para qualquer marca!

Por que estou comentando isso e que lições sua marca pode tirar?

1 - Seu posicionamento não pode ser desfeito!
2 - Você pode mudar a forma, mas o caminho não pode, pois caso contrário você não chega a lugar nenhum.
3 - Transparência com os consumidores é tudo!
4 - Rapidez para agir é fundamental!
5 - Uma marca se constrói com atitudes que se repetem sempre!

Será que sua marca está fazendo esta lição de casa?

Sucesso!

Fábio Fiorini
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Afinal, para o que serve este “tal” de Branding?

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Olá leitores, tudo bem?

Tenho pensado a algum tempo sobre o que surgiu nos últimos tempos sobre Branding.

Falam daqui, falam dali, mas tudo sempre leva para a definição clássica de que o Branding trata sobre construção e gestão de marcas.oqeh

Ok até aí! Está certo!

Mas sempre fico me perguntando se as pessoas sabem o que realmente o Branding pode fazer pelas empresas, marcas e seus resultados.

É aí que entra a questão e a minha certeza que pouco se sabe ou se fala sobre isso.

Em primeiro lugar, levamos em conta que vivemos num ambiente de hiperconcorrência. Ou seja, cada vez mais concorrentes, mais agressivos, com mais recursos, inteligentes mercadologicamente, com cópias de produtos e serviços surgindo cada vez mais rápido e com guerras de preços e mercado cada vez mais frequentes.

Você se enxerga neste cenário?

Tenho certeza que quase 100% das pessoas disseram sim!

Pois bem, é aí que começa a funcionar uma estratégia de Branding.

Concordo que devemos sempre melhorar nossos produtos, serviços, nossos padrões de qualidade, processos e tudo o que envolve o ambiente empresarial. Mas concordem comigo que todos os nossos concorrentes também devem fazer isso!

E aí o resultado e o acirramento do ambiente de hiperconcorrência.

A saída é realmente a marca e isso o Branding pode trabalhar muito bem.

Enfim, veja o que o Branding pode fazer por uma empresa e sua marca e avalie se não é a hora de você se enquadrar dentro do único projeto que ninguém pode copiar, UMA MARCA BEM POSICIONADA QUE VENDA BEM E SEMPRE:

1 - Acaba com cópias de mercado
2 - Os consumidores tendem a comprar a marca e você não precisa ficar correndo atrás de somente vender, vender e vender
3 - Seus investimentos de marketing tendem a trazer mais retornos, mesmo que você invista menos
4 - Sua empresa tende a reter e atrair mais talentos
5 - Sua marca poderá cobrar mais que os concorrentes
6 - Sua empresa sairá da guerra de mercado de baixa rentabilidade
7 - Sua empresa valerá mais
8 - Sua marca ficará mais lembrada pelos consumidores
9 - Sua empresa ficará associada a coisas sempre melhores
10 - Sua empresa será muito mais rentável que seu concorrentes

Imagino que você tenha este sonho para sua empresa, não é?

Comece a olhar para o Branding como uma estratégia que pode mudar os resultados de sua empresa e fuja do vício implantado com a guerra de concorrência que existe hoje no mercado.

Ótimo dia a todos!

Fábio Fiorini
Palestrante, Consultor e Empresário
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