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	<title>Blog do Fábio Fiorini</title>
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	<description>Blog sobre marcas, branding, franquias. Palestrante Fábio Fiorini.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Mar 2012 22:03:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dicas para construir uma marca forte!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 22:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
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		<description><![CDATA[Amigos! O que mais tenho ouvido nos últimos anos quando algum veículo de imprensa busca informações sobre Branding é se para construir marcas hoje em dia é preciso muito dinheiro. A resposta é sempre com uma ou mais perguntas. O que dizer do Spoleto? (líder em Culinária Italiana Fast Food) O que então falar sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos!</p>
<p>O que mais tenho ouvido nos últimos anos quando algum veículo de imprensa busca informações sobre Branding é se para construir marcas hoje em dia é preciso muito dinheiro.</p>
<p>A resposta é sempre com uma ou mais perguntas.</p>
<p>O que dizer do Spoleto? (líder em Culinária Italiana Fast Food)</p>
<p>O que então falar sobre Cacau Show? (líder em lojas de chocolates finos)</p>
<p>E sobre Mirantte Imóveis? (líder em vendas em uma enorme região de SP?)</p>
<p>E a Não + Pêlo? (líder em fotodepilação)</p>
<p>Poderia falar uma enorme lista&#8230;</p>
<p>Na hora os jornalistas quase ficam sem palavras e param para pensar.</p>
<p>É o que devemos fazer também. </p>
<p>Parar para pensar.</p>
<p>É claro que quanto mais dinheiro a empresa tem, mais investimentos na exposição da marca pode fazer e isso ajuda demais.</p>
<p>Mas parem para pensar que excluindo as grandes fusões, que são poucas ao longo de um ano, vemos cada vez mais fundos de investimento e grandes empresas querendo comprar as menores marcas e pagando mais por elas.</p>
<p>Motivo?</p>
<p>Consistência, proximidade com o mercado e clientes, especialização em algum nicho&#8230; </p>
<p>As grandes marcas acabam ganhando uma certa lentidão e se vêem obrigadas a buscar uma compra para não ser ameaçada (ou diminuir a ameaça) e até mesmo pagam para aprender algo que não conseguem mais com rapidez.</p>
<p>CONSISTÊNCIA É O NOME DO JOGO!</p>
<p>Quer um diagnóstico para saber se está na hora de preocupar-se em cuidar da sua marca e não somente de seus produtos?</p>
<p>1 &#8211; Pressão por preços?</p>
<p>2 &#8211; Sendo comparados com concorrentes que não deveria?</p>
<p>3 &#8211; Pressão por investir cada vez mais para ser lembrado ou conhecido mesmo tendo produto e serviço superior?</p>
<p>Se a resposta foi sim para duas delas, é o momento de começar a pensar em:</p>
<p>1 &#8211; Como estão seus pontos de contato? (site, materiais de divulgação, e.mails de todos da empresa, modelo de proposta, espaço físico, redes sociais, prestação do serviço, entrega do produto, etc.) Eles se conversam e se complementam ou estão desarrumados e sem convergência entre si?</p>
<p>2 &#8211; Sua equipe é mais operacional ou se preocupa com a estratégia da empresa? Você dividiu a estratégia com eles ou somente passou os números que quer alcançar?</p>
<p>3 &#8211; E seu marketing? Comunica o que realmente você tem de bom e melhor ou vende a mesma promessa dos concorrentes?</p>
<p>4 &#8211; E seus clientes? Indicam mesmo ou somente alguns deles o fazem?</p>
<p>Se conseguir arrumar cada um destes pontos para melhor, começará a trilhar o caminho da consistência.</p>
<p>Vamos falar mais sobre isso, mas já vale a reflexão!</p>
<p>Excelente dia!</p>
<p>Fábio Fiorini</p>
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		<title>Estréia no Blog</title>
		<link>http://www.fabiofiorini.com.br/blog/estreia-no-blog.html</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos! É com enorme prazer que apresento a vocês meu Amigo e EXCELENTE profissional Denilso de Lima. Além de fera no ensino de inglês e autor consagrado no segmento, Denilso é especialista em Redes Sociais e falará sobre marcas neste ambiente para lá de valioso para nossas empresas. Então, veja o post abaixo e semanalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos!</p>
<p>É com enorme prazer que apresento a vocês meu Amigo e EXCELENTE profissional Denilso de Lima.</p>
<p>Além de fera no ensino de inglês e autor consagrado no segmento, Denilso é especialista em Redes Sociais e falará sobre marcas neste ambiente para lá de valioso para nossas empresas.</p>
<p>Então, veja o post abaixo e semanalmente teremos um novo!</p>
<p>Bem vindo Denilso!</p>
<p>Abraços!</p>
<p>Fábio Fiorini</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sua Marca nas Mídias Sociais: isso importa? ©Denilso de Lima, EFL/ESL Consultant</title>
		<link>http://www.fabiofiorini.com.br/blog/sua-marca-nas-midias-sociais-isso-importa-denilso-de-lima-eflesl-consultant.html</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim! Importa! E muito! Afinal, todas as marcas estão nas mídias sociais. Desde marcas gigantescas como Coca-Cola a marcas pequenas como o Inglês na Ponta da Língua. Portanto, se a sua ainda não está, pense a respeito.  Afinal, essa é a sua chance de aparecer, interagir, compartilhar, comunicar e se tornar lembrado por seu público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! Importa! E muito! Afinal, todas as marcas estão nas mídias sociais. Desde marcas gigantescas como Coca-Cola a marcas pequenas como o Inglês na Ponta da Língua. Portanto, se a sua ainda não está, pense a respeito.  Afinal, essa é a sua chance de aparecer, interagir, compartilhar, comunicar e se tornar lembrado por seu público alvo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente, o termo Mídias Sociais não têm uma definição muito clara. Geralmente, as pessoas dizem que se trata de tudo relacionado a sites como Twitter e Facebook. Mas, de modo geral refere-se também a blogs, wikis, sites de compartilhamento de vídeos, fórums, etc. No entanto, criar um blog, ter uma página no Facebook e uma conta no Twitter não é o bastante para por aí dizendo que sua marca está presente nas mídias sociais. Entre estar lá e estar atuante a diferença é enorme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso significa que para sua marca se tornar relevante nas mídias sociais é preciso interagir com o público. Assim, notamos que o conceito de mídias sociais altera o conceito de como as marcas usam a internet. Antes, bastava criar um site para que as pessoas pudessem conhecer o trabalho da empresa, vender produtos, solicitar informações e coisas do tipo. Contudo, nos dias de hoje as mídias sociais ajudam as empresas a se conectarem diretamente com o público alvo e vice versa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As vantagens dessa conexão são enormes. A empresa (sua marca) percebe (escuta) o que seu público alvo deseja. Sua marca também escuta o que está sendo dito sobre as outras marcas (concorrência). Com isso sua marca pode (re)definir estratégias, (re)pensar objetivos, realinhar e criar produtos e muito mais. Sempre focando na satisfação (encantamento) do público alvo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por sua vez, o público se relaciona com a marca de forma mais direta e dinâmica. Caso a interação seja prazerosa, humana e saudável, o público recomendará sua fanpage no Facebook, seu blog, seu Twitter, seu site, seus serviços, seus produtos e o que mais você tiver de excelente a oferecer. Ou seja, a propaganda passará a acontecer de forma espontânea e sem nenhum grande investimento financeiro para isso. Eu, Denilso de Lima, mantenho um blog, uma conta no Twitter e uma fanpage no Facebook para o Inglês na Ponta da Língua. E possa garantir que essas três ferramentas fazem uma diferença no serviço que presto e nos produtos que ofereço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Inglês na Ponta da Língua é inicialmente o título do meu primeiro livro publicado pela Editora Campus/Elsevier. No entanto, atualmente o Inglês na Ponta da Língua se tornou algo muito maior. É também uma fonte de referência para professores e estudantes de inglês e também para tradutores, intérpretes, professores universitários e profissionais de diversas áreas que precisam saber inglês.  Esse resultado todo graças a uma presença atuante e constante nessas mídias sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O blog – <a href="http://denilsodelima.blogspot.com">http://denilsodelima.blogspot.com</a> – tem cinco anos de idade. Durante esse período, tenho percebido cada vez mais o que público não deseja apenas dicas de gramática e vocabulário em inglês. Ele também quer, por exemplo, orientações sobre como aprender inglês sem as chatices de sempre. O blog recebe mais de 10.000 visitas diárias e tem mais de 20.000 assinantes via email. Um público fiel que interage com o Inglês na Ponta da Língua de modo espontâneo e que me ajuda a perceber que tipo de temas/produtos (livros, ebooks, cursos, dicas, palestras, etc.) preciso produzir para atender a necessidade dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do blog, tem ainda o Twitter – <a href="http://www.twitter.com/denilsodelima">www.twitter.com/denilsodelima</a> – com mais de 6000 seguidores (followers). Lá são compartilhadas dicas de inglês que apontam para o blog ou para outros sites com dicas. A interação com o público novamente acontece de modo natural e espontâneo. Tudo sempre focado nas necessidades do público e não no que o Inglês na Ponta da Língua tem a oferecer (vender). Ao colocar o público e suas necessidades em primeiro lugar, você se torna uma marca respeitosa e respeitada. Ou seja, não passa a imagem desesperada de que precisa vender algo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todavia, hoje eu afirmo que a princesinha do Inglês na Ponta da Língua em termos de mídias sociais é sua fanpage no Facebook – <a href="http://www.facebook.com/denilsodelima">www.facebook.com/denilsodelima</a>. Afinal, no ranking nacional nossa fanpage ocupa a posição de número 328 (e continua subindo a cada dia). Entre os sites/blogs de dicas de inglês é a pagina mais curtida do Brasil (19.315 fãs). O interessante é que é uma das mais faladas/comentadas dentro do Facebook (3.515 pessoas falando sobre ela). Por dia, nossa fanpage recebe entre 100 a 150 novos fãs diariamente. Mesmo sendo uma marca pequena, o Inglês na Ponta da Língua já deixou algumas marcas bem conhecidas para trás: Avianca, Sony Pictures Brasil, Itaú Cultural, Cerveja Itaipava, Kibon, Pão de Açúcar, GVT, Sukita Oficial, Brastemp, César Menotti e Fabiano e outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado disso tudo? Aumento na venda dos livros, cursos e palestras que ofereço. Convites para dar palestras e ministrar workshops por todo o Brasil. Ser considerado referência no ensino de língua inglesa no país. Possibilidade de produção de conteúdo em formato eletrônico (ebooks, posts, podcasts, etc.) com mais qualidade e significado para o público. Em resumo, tornar-se lembrado por um enorme gama de estudantes e professores de inglês e também profissionais de diversas áreas que precisam estar com o inglês na ponta da língua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como alcancei esse resultado? Continue acompanhando o blog do Fábio Fiorini (Net Branding), pois compartilharei com vocês as minhas experiências e descobertas nesse incrível mundo das mídias digitais. O objetivo é ajudar a sua marca a aproveitar esse meio de baixo custo (ou custo zero) para ocupar espaço na mente de seu público alvo e assim ser lembrado positivamente por ele. Isso tudo por que a presença da sua marca nas mídias digitais importa tanto para seu público quanto para você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Denilso de Lima é o autor dos livros “Inglês na Ponta da Língua”, “Por que assim e não assado?” e “Gramática de Uso da Língua” (publicados pela Campus/Elsevier). Além de ser um profissional apaixonado por ensino/aquisição da língua inglesa, ele é também apaixonado por marketing, branding, mídias sociais e sucesso. Encontre-o no Twitter (www.twitter.com/denilsodelima), Facebook (www.facebook.com/denilso) e fique também com o Inglês na Ponta da Língua no Facebook (www.facebook.com/denilsodelima). Email: denilso@denilsodelima.com</p>
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		<title>Patrocínios de Risco!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 22:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amigos leitores! Os fatos nos levam a refletir. Veja neste post imagem do lamentável ser que criou aquele confusão na apuração dos resultados dos desfiles das Escolas de Samba de SP. Se perceberem, a camiseta dele, além de ser da escola está com marcas de patrocinadores (prática que passou a ser comum). Não condeno e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos leitores!</p>
<p>Os fatos nos levam a refletir.</p>
<p>Veja neste post imagem do lamentável ser que criou aquele confusão na apuração dos resultados dos desfiles das Escolas de Samba de SP.</p>
<p><a href="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/detidoreprodtv3002001.jpg"><img src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/detidoreprodtv3002001.jpg" alt="" title="detidoreprodtv300200" width="300" height="200" class="alignnone size-full wp-image-594" /></a></p>
<p>Se perceberem, a camiseta dele, além de ser da escola está com marcas de patrocinadores (prática que passou a ser comum).</p>
<p>Não condeno e apoio o patrocínio.</p>
<p>Perguntas:</p>
<p>1 &#8211; Será que valeu a pena aparecer desta forma? (aparecer com a marca não basta, é preciso aparecer bem!)</p>
<p>2 &#8211; Será que a associação é positiva? (já tem gente falando que empresas apoiam estes grupos de pessoas ilícitas&#8230;)</p>
<p>3 &#8211; O que fazer nestes casos?</p>
<p>A solução é simples e serve de regra para qualquer patrocínio de marca:</p>
<p>1 &#8211; Avalie os riscos de coisas erradas que podem acontecer (neste caso isso até poderia ser previsível)</p>
<p>2 &#8211; Crie regras contratuais severas antes de assinar</p>
<p>3 &#8211; Imponha condições para o uso da marca</p>
<p>4 &#8211; Controle tudo o que disser respeito à marca</p>
<p>5 &#8211; Se achar que o risco de coisas erradas acontecerem é grande ou incontrolável, diga não!</p>
<p>Um abraço e excelente semana!</p>
<p>Fabio Fiorini</p>
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		<title>Aproveite a crise para melhorar seu negócio</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá leitores, como estão? Mais um texto do passado bastante interessante que selecionei aqui hoje. Estou fascinado por isso, não só pelos textos, mas por estar em contato com a história do marketing e das marcas que tenho aqui comigo. Um tesouro valioso! Vou dividir com vocês sempre! Que empresa nunca passou por uma crise em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/aproveite-a-crise-para-melhorar-seu-negocio.html/1-4' title='1'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="1" title="1" /></a>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/aproveite-a-crise-para-melhorar-seu-negocio.html/2-4' title='2'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/23-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2" title="2" /></a>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/aproveite-a-crise-para-melhorar-seu-negocio.html/3-4' title='3'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="3" title="3" /></a>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/aproveite-a-crise-para-melhorar-seu-negocio.html/4-4' title='4'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/43-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="4" title="4" /></a>

<p>Olá leitores, como estão?</p>
<p>Mais um texto do passado bastante interessante que selecionei aqui hoje. Estou fascinado por isso, não só pelos textos, mas por estar em contato com a história do marketing e das marcas que tenho aqui comigo. Um tesouro valioso! Vou dividir com vocês sempre! Que empresa nunca passou por uma crise em algum momento? Pois é, remexendo meu acervo pessoal achei uma matéria publicada na Folha Management, em 28 de agosto de 1995, que pode ajudar você que está passando por uma situação complicada em sua empresa e não sabe como resolvê-la.</p>
<p>Usando a máxima shakesperiana apresentada na matéria original: “Também dá fruto doce a adversidade”, começo a discorrer sobre esse assunto. Desde pequenos nossos pais nos ensinam a aprender com nossos erros, a superar e nos reerguermos perante situações complicadas. E para quê tudo isso? Para sabermos lidar com todos os momentos da nossa vida, sejam eles bons ou ruins.</p>
<p>Agora, pensando em empresas, momentos ruins são aqueles em que elas se deparam com crises – queda da lucratividade, baixo rendimento dos funcionários, problemas com os produtos, possível falência – como agir nessa situação? E qual pode ser o benefício dela?</p>
<p>Como o próprio autor Jan Carlzon diz: “Um dos benefícios de uma crise, talvez o mais significativo, é que ela tende a construir um espírito comunitário.” Esse é o primeiro ponto importante, unir forças, perguntar a opinião de todos, traçar objetivos e soluções para sair dessa situação.</p>
<p>Outro ponto que o autor ressalta é a necessidade de manter determinadas atitudes até mesmo em momentos de alta, quando os problemas não estão batendo a nossa porta. Afinal, não basta apenas resolver, mas prevenir e sempre inovar. Como o autor diz: “Talvez a segurança seja uma ilusão”.</p>
<p>Perguntas que deixo aqui para reflexão:<br />
1 &#8211; Será que às vezes uma queda momentânea não é o sintoma de certa falta de espírito de time?<br />
2 &#8211; Quer testar?<br />
3 &#8211; Pergunte para quatro pessoas da empresa quais os diferenciais que só vocês têm? As respostas foram iguais? Não? Cuidado!<br />
4 &#8211; Está indo bem e crescendo? Continua a fazer tudo igual? Cuidado!</p>
<p>O mundo das marcas fortes é feito de apenas uma palavra: consistência. As marcas fortes se fazem com uma somatória de coisas bem feitas sempre. Quando somadas dão consistência e força, envolvem toda empresa, todas as áreas, todas as pessoas: marketing, vendas, financeiro, pós vendas&#8230;</p>
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		<title>A construção de uma marca eterna</title>
		<link>http://www.fabiofiorini.com.br/blog/a-construcao-de-uma-marca-eterna.html</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 12:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Franquias]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá leitores, tudo bem? Enquanto eu organizava a minha biblioteca pessoal, achei uma reportagem bem interessante da revista Exame, de 7 de outubro de 2009, a respeito de uma das bandas de rock mais populares de todos os tempos: os Beatles. O que mais chamou a minha atenção foi que o foco da matéria (anexo) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/a-construcao-de-uma-marca-eterna.html/1-2' title='1'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="1" title="1" /></a>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/a-construcao-de-uma-marca-eterna.html/2-2' title='2'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/21-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2" title="2" /></a>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/a-construcao-de-uma-marca-eterna.html/3-2' title='3'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/31-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="3" title="3" /></a>
<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/a-construcao-de-uma-marca-eterna.html/4-2' title='4'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/41-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="4" title="4" /></a>
<br />
Olá leitores, tudo bem?</p>
<p>Enquanto eu organizava a minha biblioteca pessoal, achei uma reportagem bem interessante da revista Exame, de 7 de outubro de 2009, a respeito de uma das bandas de rock mais populares de todos os tempos: os Beatles. O que mais chamou a minha atenção foi que o foco da matéria (anexo) não é a banda em si, mas a criação de uma marca bastante lucrativa.</p>
<p>Falar em rock e não pensar em Beatles é praticamente impossível. A banda britânica, que surgiu em meados dos anos 1960, ainda hoje é uma das marcas mais poderosa do mundo e a versão resmaterizada do seu disco “<em>One”, </em>lançada em 2009, figura na lista dos 200 álbuns mais vendidos de 2011, segundo o site da <em>Billboard</em>.</p>
<p>Formada pelos garotos de Liverpool: Paul, John, George e Ringo, Beatles, e seu recorde de vendas, representa muito mais do que qualidade musical. O quarteto exprime também a rebeldia e a revolução que marcaram época e que ainda influencia públicos de diversas gerações.</p>
<p>Para se ter uma ideia do sucesso da banda atualmente, pode-se notar a quantidade de CDs vendidos: em 2009, foram resmaterizados 14 álbuns, e em cinco dias 2,3 milhões de cópias já estavam vendidas. Aproveitando o lançamento da coletânea, a emissora MTV e a distribuidora Viacom criaram o Beatles Rock Band, que em apenas uma semana já estava na lista dos cinco jogos mais vendidos nos Estados Unidos, na Europa e no Japão.</p>
<p>Outro ponto favorável a banda é a elaboração de um marketing pra lá de eficiente. Afinal, conseguir manter a imagem que os garotos de Liverpool alcançaram não é algo tão simples. Uma das táticas é o longo espaço para o lançamento de novos produtos. Após a separação em 1970, teve a produção de seus álbuns em CD, em 1987, em 1995 a criação do <em>Anthology</em>, projeto que reuniu Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison para a gravação de três álbuns com canções inéditas escritas por John Lennon. Cinco anos depois lançaram o “<em>Beatles 1”</em>, a primeira coletânea de grande sucesso do grupo e que conquistou espaço no <em>Guiness Book</em> como álbum que vendeu mais cópias no menor espaço de tempo – 13,5 milhões no primeiro mês.</p>
<p>Essa demora nos lançamentos tem duas razões: a primeira é a necessidade de renovar seus fãs. A segunda, mais burocrática, está relacionada a quantidade de autorizações necessárias para a sua liberação para o mercado – é preciso a assinatura dos ex-Beatles, dos seus herdeiros, das viúvas, dos executivos da Sony/ATV (dona do catálogo com as músicas) e da EMI (detentora do direito de distribuição dos álbuns).</p>
<p><strong>EM 2012&#8230;<br />
</strong>Esse ano promete! Os Jogos Olímpicos de Londres estão se aproximando e essa deve ser mais uma forma de explorar o quarteto como um dos símbolos do país. A Disney já anunciou a recriação do filme <em>Yellow Submarine</em>, estrelado pelos integrantes da banda em 1968, agora em versão 3D. Martin Scorsese &#8211; cineasta americano famoso por produções ganhadoras do Oscar como <em>Os infiltrados</em>, em 2007 &#8211; trabalha numa biografia de George Harrison, que faleceu em 2001 com câncer de pulmão.</p>
<p>O fato é que tanto os ex-integrantes quanto as detentoras dos direitos de divulgação da marca sabem o grande material que ainda possuem para lançamentos futuros. Beatles representa uma verdadeira aula de arte e de como fazer negócios.</p>
<p>Então, que tal inspirar-se nessa marca, que mesmo com meio século de existência, ainda se mostra bastante atual e satisfaz públicos das mais diversas idades? Faça um teste:<br />
1 &#8211; Você tem alguma análise de qual produto ou serviço da sua empresa é mais querido pelas pessoas?<br />
2 &#8211; Você tem clientes que compram esse produto, que são idealizadores e indicam muito?<br />
3 &#8211; Sente que poderia ter mais pessoas assim?<br />
4 &#8211; Já perguntou se não está na hora de comunicar cada vez mais sobre todos os pontos desse produto ou serviço para que as pessoas se surpreendam e passem a amar cada vez mais?</p>
<p><strong>Fonte:<br />
</strong><a href="http://www.billboard.com/#/charts-year-end/the-billboard-200?year=2011&amp;begin=161&amp;order=position">http://www.billboard.com/#/charts-year-end/the-billboard-200?year=2011&amp;begin=161&amp;order=position</a></p>
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		<title>Conheça quem não é seu cliente e descubra os novos mercados</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:54:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá leitores, tudo bem? Estava mexendo na minha biblioteca pessoal e achei um artigo bem interessante que gostaria de compartilhar com vocês. O administrador Peter Drucker o escreveu em 14 de agosto de 1995, para a Folha Management, mas o assunto continua bem atual. Dêem uma olhada no anexo e confiram a nossa análise. Já [...]]]></description>
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<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/conheca-quem-nao-e-seu-cliente-e-descubra-os-novos-mercados.html/attachment/2' title='2'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2" title="2" /></a>
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<a href='http://www.fabiofiorini.com.br/blog/conheca-quem-nao-e-seu-cliente-e-descubra-os-novos-mercados.html/attachment/4' title='4'><img width="150" height="150" src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="4" title="4" /></a>

<p>Olá leitores, tudo bem?</p>
<p>Estava mexendo na minha biblioteca pessoal e achei um artigo bem interessante que gostaria de compartilhar com vocês. O administrador Peter Drucker o escreveu em 14 de agosto de 1995, para a Folha Management, mas o assunto continua bem atual. Dêem uma olhada no anexo e confiram a nossa análise.</p>
<p>Já faz tempo que as grandes empresas investem em pesquisas que mostram as mudanças nos perfis e hábitos dos consumidores. Para quem acha que esse hábito é algo atual, está muito enganado.<br />
Em uma matéria publicada em 1995, o administrador Peter Drucker mostra que “toda empresa deve orientar suas ações de acordo com os clientes. Isso é ponto pacífico. Mas também deve agir de acordo com o mercado”. Uma novidade daquela época.</p>
<p>Focar-se apenas nos clientes não é mais suficiente, afinal, as mudanças não ocorrem somente entre os consumidores, mas elas afetam a todos, inclusive os não-clientes, que se apresentam em um número bem maior – a exceção seria uma detentora do monopólio. Como explicar a falência de grandes lojas de departamentos espalhadas pelo mundo, que possuem dados pessoais dos seus compradores? Elas possuem informações vitais para satisfazer as necessidades daqueles que já frequentam as suas lojas, mas esquecem de se preocupar com os futuros consumidores.</p>
<p>Seguindo a concepção dessas companhias, todas as donas de casa eram uma cliente, portanto, todo o resto da população não interessava. Uma ideia que mesmo há 16 anos, época em que a matéria foi publicada, já era um tanto quanto ultrapassada. Afinal, são poucas as mulheres que ainda ocupam apenas esse papel. Agora, em sua maioria, são profissionais dedicadas, com mais dinheiro e menos tempo para frequentar as lojas de departamento. Mesmo quando parecia óbvia essa mudança, as empresas notaram a nova forma de consumo quando era tarde demais.<br />
É claro que as pesquisas sobre hábitos de consumo devem se pautar em seus clientes mais fiéis, mas isso não quer dizer que os não-clientes devem ficar de fora, pois, é o mercado que deve determinar o comportamento das companhias.</p>
<p>CONSUMIDORES DIFERENTES<br />
Nessa nova era, os consumidores possuem pouco tempo, a vida tornou-se mais dinâmica, e eles querem ficar por, no máximo, dez minutos dentro de uma loja. Catálogos, malas diretas e televisão são os veículos utilizados atualmente para chamar a atenção desse público e divulgar as novidades. Uma forma de se ajustar ao comportamento dos consumidores.</p>
<p>Vale lembrar que há muito tempo o mercado deixou de ser homogêneo e os consumidores deixaram de ser classificados por faixas de renda. Agora, são tipificados de acordo com os seus diferentes estilos de vida. Grande parte dos empresários não conseguiu entender as mudanças nos seus mercados, esquece-se que as necessidades dos consumidores precisam ser valorizadas e satisfeitas. Devem enxergar a transformação estrutural pelo qual estamos passando e ver como as pessoas gastam seu dinheiro.</p>
<p>Vamos aproveitar o que foi visto nesse artigo e aplicar uma dica que pode ser muito valiosa para o seu negócio: questione não apenas o seu cliente, mas também aqueles que não conhecem a sua empresa e descubra quais são os reais motivadores para esse ocorrido.</p>
<p>Parece simples e existe quem seja contra isso, mas é sempre bom, mesmo que informalmente, conversar com as pessoas que não são seus clientes para sentir a temperatura e descobrir se existe alguma rejeição séria em relação a sua empresa. Já vivenciamos casos em que a percepção negativa era real por parte dos consumidores, mas irreal na prática. Um simples trabalho de comunicação dirigida resolveu. Tenha certeza de que, se bem feito, pode aumentar suas vendas e retenção de clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Small Giants – Empresas com DNA Diferenciado</title>
		<link>http://www.fabiofiorini.com.br/blog/small-giants-%e2%80%93-empresas-com-dna-diferenciado.html</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 14:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É inegável que o mundo empresarial está cada vez mais concorrido e as pessoas estão cada vez mais confusas na hora de escolher produtos e serviços. As opções e variações são tantas que dificultam a escolha quando deveria ser o contrário. Também é fato que este excesso causa um dano, às vezes irreparável, para muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É inegável que o mundo empresarial está cada vez mais concorrido e as pessoas estão cada vez mais confusas na hora de escolher produtos e serviços. As opções e variações são tantas que dificultam a escolha quando deveria ser o contrário.<br />
Também é fato que este excesso causa um dano, às vezes irreparável, para muitas empresas, que pressionadas e sem diferenciais percebidos acabam entrando na pior das guerras mercadológicas: a guerra de preços. O resultado final do que pode acontecer é triste.<br />
Batemos sempre na tecla da diferenciação. Empresas de sucesso optam pelo melhor de dois caminhos possíveis: ou têm o melhor preço ou se diferenciam.<br />
Diferenciar-se significa ter mais qualidade, não só técnica, mas uma qualidade que todos percebem antes mesmo de tornarem-se clientes. Significa entregar valor superior e ser excelente em tudo o que faz. Não necessariamente significa ser líder, mas, sim, ser reconhecido como o melhor. Ao final, tornam-se mais rentáveis e com os melhores e mais qualificados clientes.<br />
Sonho? De jeito nenhum! Empresas Pequenas Gigantes são assim. Sempre que falamos de Empresas Pequenas Gigantes em nosso grupo, aqui no Brasil, todos nos perguntam como transformar uma empresa “normal” em uma Small Giants.</p>
<p>O caminho é de escolhas, mas escolhas que colocam a empresa num patamar diferenciado de resultados e percepção, além de tornar tudo ao seu redor muito alinhado e coeso para atingir os resultados. Profissionais passam a vestir a camisa da empresa em busca dos resultados esperados, fornecedores querem se relacionar com esta empresa, e clientes não só adotam a empresa como indicam-na exatamente por sua excelência.</p>
<p>Mas, tudo tem um começo e às vezes nos esquecemos dele. Todas as empresas têm uma história maravilhosa para contar. Todas começaram do nada, seja com muito ou pouco dinheiro. Todas elas começaram da mesma forma e com um ideal. Seus fundadores tinham sempre um propósito para criar esta empresa.</p>
<p>Pode ser até que todos pensem que o propósito era ganhar muito dinheiro somente. Mas vemos que nunca era só isso. Todas tinham uma razão de ser, um ideal diferente e um propósito maior a cumprir. Não confunda com missão ou posicionamento.</p>
<p>Empresas que foram criadas pela garra de uma pessoa em querer mudar sua vida, entregar às pessoas algo que realmente ajudasse no dia a dia, jamais visto pelo mercado e com uma proposta de valor altamente superior não faltam. Falo da Nike.</p>
<p>Também existem empresas que foram criadas com o propósito pessoal de ajudar mães e pais que sofrem com crianças que não se alimentam adequadamente quando bebês e sentem-se na obrigação de resolver isso, criando receitas saudáveis, que alimentem e que as crianças gostem. Falo da Farinha Láctea.</p>
<p>Perceba que são empresas que ganham bastante dinheiro, lideram preços, concorrem em mercados altamente competitivos e mesmo assim continuam a praticar o seu propósito: fazer com que todos os profissionais envolvidos em seu dia a dia pratiquem os valores da empresa; consumidores e clientes acreditem e compartilhem do mesmo propósito e adotem estas empresas como referência.</p>
<p>Todas têm uma história de pequena gigante! Todas são empresas com personalidade, com um traço marcante e quase que individual. É como seres humanos, cada qual com sua personalidade.</p>
<p>O mundo empresarial está cheio de empresas às quais rapidamente conseguimos notar sua personalidade. Tem empresas sérias, tem empresas comprometidas com causas, tem empresas justas, honestas&#8230; a lista é grande.</p>
<p>E a sua empresa? Qual a personalidade dela? O que realmente tem de diferente? Empresas diferentes são realmente quase que únicas. São empresas que têm uma identidade.</p>
<p>Negócios assim e que conseguem sempre reforçar isso, tornam-se cada vez mais únicos e, claro, rentáveis, preferidos e sustentáveis.</p>
<p>Costumo dizer no nosso grupo Small Giants que o primeiro passo para saber se a empresa que foi fundada com tanto carinho, garra, determinação, que entregou em seu início produtos e serviços de qualidade superior, aproximou-se dos clientes de forma única e ainda trouxe em seu início colaboradores que acreditavam naquele propósito, continua da mesma forma é simples: líder, escreva num papel quais são as duas coisas únicas que somente a sua empresa tem. Qual o propósito desta empresa?</p>
<p>Naturalmente você chegará a duas coisas que reforçam a sua existência superior e de diferenciação. Agora procure saber se as pessoas da sua empresa praticam diariamente esse propósito. Faça a mesma pergunta para todos (individualmente) e depois leia as respostas. Calma! Às vezes nos assustamos, mas infelizmente é a pura realidade.</p>
<p>Dentro da metodologia do Small Giants de transformar empresas normais em Pequenas Gigantes, trabalhamos de forma muito completa os 10 quesitos que fazem uma empresa gerar seguidores, admiradores, propagadores dos seus diferenciais, enquanto que empresas comuns criam-se “apenas” clientes.</p>
<p>Só’‘para relembrar, os dez mandamentos (ou Decálogo do cliente) são:<br />
Confiança – Quero confiar que estou comprando algo que realmente vai resolver meu problema.<br />
Valor – Quero pagar um preço justo e correto e sentir prazer ao comprar.<br />
Novidades – Quero ser surpreendido positivamente com novos produtos e serviços.<br />
Agilidade – Quero ser atendido prontamente e sem demoras.<br />
Significado – Quero que você entenda que o produto ou serviço que estou adquirindo é realmente importante para mim.<br />
Atenção – Quero que você me valorize e me faça sentir especial.<br />
Conexão – Quero fazer parte de um grupo de pessoas com ética, valores e princípios iguais aos meus.<br />
Atendimento – Quero ser atendido por profissionais que entendem do assunto, gostam do que fazem e demonstram prazer em me atender.<br />
Descoberta – Quero poder indicar sua empresa para minha família, amigos e colegas.<br />
Contribuição – Quero que você contribua com causas que me importam.<br />
Veja que se a empresa tem uma identidade formatada e alinhada, alcançar a excelência nos dez mandamentos passa a ser um objetivo natural e factível.</p>
<p>Só como exemplo de como implementa-se cada um dos itens do Decálogo (exatamente da forma como trabalhamos no Small Giants Brasil), conduzimos Workshops de dois dias para trabalhar dois quesitos.</p>
<p>Cada um dos quesitos, trabalhado em grupos multidisciplinares que pode ser uma pessoa de cada área ou pessoas que não trabalham como pares ou até mesmo a empresa toda a depender do seu porte, discutem como este item está na sua empresa.</p>
<p>Ou seja, fazem uma avaliação técnica para chegar à conclusão se está bom ou ruim.</p>
<p>Para este artigo escolhemos um dos itens para exemplificar. Imagine que vamos trabalhar o item ATENÇÃO.<br />
Avaliamos se está bom ou ruim e aí passamos a criar indicadores reais para que seja implementado e monitorado diariamente em busca da excelência.</p>
<p>Neste caso, seriam indicadores de excelência no quesito ATENÇÃO:<br />
- Perguntas específicas sobre atendimento em pesquisas de<br />
satisfação/pós-venda (Nosso atendimento fez você sentir-se especial ou<br />
valorizado como cliente?)<br />
- Freqüência total de contatos<br />
- Número de contatos para NÃO vender (pessoais, como aniversário e<br />
datas importantes, mas também profissionais)<br />
- O que sabe do cliente além dos dados comerciais?<br />
- Tempo investido por cliente<br />
- Número de pós-vendas feitos x total de vendas<br />
- Tempo e número de contatos necessários para resolver um problema/ser atendido<br />
Criação de experiências emocionais para os clientes<br />
Testemunhais<br />
Indicações<br />
Índices de recompra</p>
<p>Empresas alinhadas em identidade e personalidade são únicas. Todos sabem exatamente o seu papel dentro da estrutura, sabem o que precisam praticar para que esta identidade não se perca, sabem as atividades de sua função que reforçarão os diferenciais da sua empresa, sabem absolutamente tudo sobre seus concorrentes e também seus diferenciais, sabem seu papel na sociedade e sabem onde a empresa quer e deve chegar sem perder sua essência.</p>
<p>Isso é uma ciência, hoje em dia, e empresas Pequenas Gigantes transformam tudo isso em resultados. Existem ferramentas para tal. Qualquer empresa pode mudar a sua realidade resgatando sua identidade, sua personalidade e seu propósito.</p>
<p>A tendência de um trabalho bem feito é transformar profissionais da empresa em estrategistas, fornecedores em aliados na construção da imagem superior de uma empresa diferente, clientes em seguidores e mensageiros da empresa.</p>
<p>De forma simples, é preciso muito treinamento para o resgate desta identidade. Cada um deve ter o seu papel na prática desta identidade, todos os dias. Faça treinamentos e workshops a respeito do assunto.</p>
<p>O resultado será que os clientes saberão a sua identidade e, no fim, vivenciarão esta identidade, pois seus profissionais a praticarão todos os dias.<br />
Pequenos Gigante são diferentes, únicos e para isso precisam resgatar o seu propósito.</p>
<p>Excelente Semana!</p>
<p>Fábio Fiorini</p>
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		<title>Cabeça digital. Será mesmo?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 11:47:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá leitores, tudo bem? Como sempre, faço votos para que tudo esteja 1000%! Tenho conversado com muita gente sobre o pensamento digital que as empresas precisam ter. É claro que de “bate pronto” logo pensamos em redes sociais, internet, google&#8230; e não estamos errados. Só que é mais do que isso. Cada vez mais as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá leitores, tudo bem?</p>
<p>Como sempre, faço votos para que tudo esteja 1000%!</p>
<p>Tenho conversado com muita gente sobre o pensamento digital que as empresas precisam ter.</p>
<p>É claro que de “bate pronto” logo pensamos em redes sociais, internet, google&#8230; e não estamos errados. Só que é mais do que isso.</p>
<p>Cada vez mais as marcas que ficarão serão aquelas com estratégias de Branding diferenciadas. Estratégias de marca pensadas fora da caixa, porém cada vez mais alinhadas com o posicionamento da empresa.</p>
<p>Não adiantará somente fazer marketing digital ou tradicional, mas sim pensar digitalmente em tudo o que se faz.</p>
<p>Querem um exemplo? Leiam esta artigo da Revista Isto é Dinheiro:</p>
<p>http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/55728_GISELE+BUNDCHEN+NA+VITRINE</p>
<p>Posso dizer para vocês que isto é pensar digitalmente.</p>
<p>A empresa se posicionou para que sua marca seja associada à inovação na moda, bem como gerar experiências únicas para os clientes.</p>
<p>Não é o fato de escolher e Gisele que fez a empresa pensar digitalmente.</p>
<p>O fato é a ação para lançar a coleção.</p>
<p>Vocês tem idéia em quantos lugares do mundo isso foi publicado? Tem idéia em quantos jornais, revistas, sites, blogs&#8230; isso foi visto e falado?</p>
<p>Imaginam quanto gastaram de mídia com isso? NADA!</p>
<p>A empresa pensou digitalmente e ganhou o mundo com esta ação!</p>
<p>Tenho visto cada vez mais marcas de médias e pequenas empresas não pensando digitalmente e acabando por não se diferenciar.</p>
<p>Já pensou em seu bairro de atuação? Quantas ações com cabeça digital sua marca já fez?</p>
<p>Suas ações são tradicionais? Devemos continuar, mas devemos planejar ações tradicionais com cabeça digital para que sejam diferentes e comentadas na velocidade e forma que queremos (ou talvez nem imaginemos a velocidade de propagação).</p>
<p>Vamos começar a pensar nisso para nosso Branding e para todas as nossas Marcas?</p>
<p>Um grande abraço e excelente semana!<br />
Fábio Fiorini</p>
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		<title>Nossa Papai que Lindo!</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 00:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores, tudo bem? Espero que 100% com todos vocês! Como podem ver aqui neste blog já escrevi inúmeros artigos sobre Branding, Marcas, Estratégia e Marketing de Pequenas, Médias e Grandes Empresas. Em quase todos eles vocês pode ver que sempre finalizo com algumas dicas e como implementar tudo isso. Será sempre assim. Hoje faço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá leitores, tudo bem?</p>
<p>Espero que 100% com todos vocês!</p>
<p>Como podem ver aqui neste blog já escrevi inúmeros artigos sobre Branding, Marcas, Estratégia e Marketing de Pequenas, Médias e Grandes Empresas.</p>
<p>Em quase todos eles vocês pode ver que sempre finalizo com algumas dicas e como implementar tudo isso.</p>
<p>Será sempre assim.</p>
<p>Hoje faço apenas um comentário totalmente alinhado com o título deste post.</p>
<p>Minha filha, doce, meiga e companheira soltou exatamente este comentário ao pegar a caixa de um Iphone4 que acabei de adquirir.</p>
<p>Pode parecer simples, mas por trás disso tem o que esta fantástica marca quer passar. UAU!</p>
<p>Não vou falar sobre a Apple, mas sim sobre a experiência que eles escolheram como posicionamento.</p>
<p>ESCOLHERAM PROPORCIONAR EXPERIÊNCIAS ÚNICAS E TUDO O QUE FAZEM ENTREGA ISSO.</p>
<p>Embalagens, produtos, programas, lançamentos&#8230; TUDO!</p>
<p>Quero deixar aqui o desafio para a semana de todos.</p>
<p>Qual o seu posicionamento? O que escolheu mostrar que só você tem de bom ou que você tem de melhor em relação aos seus concorrentes e mercado?</p>
<p>Ok! Imagino que já tenham feito isso (se não fizeram leiam aqui mesmo neste blog posts sobre posicionamento).</p>
<p>E agora, TUDO que envolve o seu produto ou serviço entrega esta posicionamento?</p>
<p>Antes de vender, você consegue reforçar sue posicionamento em sua embalagem? Em sua proposta? Em seu site?&#8230;</p>
<p>E depois da venda, continua a se posicionar? Pós-vendas? Inovação?&#8230;</p>
<p>Olha só meus leitores. Tenho diariamente em minhas consultorias constatado que muitas ou quase todas as empresas já escolheram seu posicionamento, mas apenas 4% conseguem entregar o posicionamento em todos os pontos de contato.</p>
<p>Apenas 4%!</p>
<p>E a sua empresa em qual bloco se encontra?<br />
Será que a cada contato com sua marca alguém fala NOSSA PAPAI QUE LINDO!</p>
<p>Vamos começar a avaliar tudo isso?</p>
<p>Confesso que já comecei hoje!</p>
<p>Um abraço a todos e excelente semana!</p>
<p>Fábio Fiorini<a href="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/index.php/2011/04/nossa-papai-que-lindo/images-2/" rel="attachment wp-att-542"><img src="http://www.fabiofiorini.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/images.jpg" alt="images" title="images" width="225" height="225" class="alignleft size-full wp-image-542" /></a></p>
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