This text is replaced by the Flash movie.

Arquivo de fevereiro de 2012

Estréia no Blog

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Amigos!

É com enorme prazer que apresento a vocês meu Amigo e EXCELENTE profissional Denilso de Lima.

Além de fera no ensino de inglês e autor consagrado no segmento, Denilso é especialista em Redes Sociais e falará sobre marcas neste ambiente para lá de valioso para nossas empresas.

Então, veja o post abaixo e semanalmente teremos um novo!

Bem vindo Denilso!

Abraços!

Fábio Fiorini

Sua Marca nas Mídias Sociais: isso importa? ©Denilso de Lima, EFL/ESL Consultant

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Sim! Importa! E muito! Afinal, todas as marcas estão nas mídias sociais. Desde marcas gigantescas como Coca-Cola a marcas pequenas como o Inglês na Ponta da Língua. Portanto, se a sua ainda não está, pense a respeito.  Afinal, essa é a sua chance de aparecer, interagir, compartilhar, comunicar e se tornar lembrado por seu público alvo.

 

Infelizmente, o termo Mídias Sociais não têm uma definição muito clara. Geralmente, as pessoas dizem que se trata de tudo relacionado a sites como Twitter e Facebook. Mas, de modo geral refere-se também a blogs, wikis, sites de compartilhamento de vídeos, fórums, etc. No entanto, criar um blog, ter uma página no Facebook e uma conta no Twitter não é o bastante para por aí dizendo que sua marca está presente nas mídias sociais. Entre estar lá e estar atuante a diferença é enorme.

 

Isso significa que para sua marca se tornar relevante nas mídias sociais é preciso interagir com o público. Assim, notamos que o conceito de mídias sociais altera o conceito de como as marcas usam a internet. Antes, bastava criar um site para que as pessoas pudessem conhecer o trabalho da empresa, vender produtos, solicitar informações e coisas do tipo. Contudo, nos dias de hoje as mídias sociais ajudam as empresas a se conectarem diretamente com o público alvo e vice versa.

 

As vantagens dessa conexão são enormes. A empresa (sua marca) percebe (escuta) o que seu público alvo deseja. Sua marca também escuta o que está sendo dito sobre as outras marcas (concorrência). Com isso sua marca pode (re)definir estratégias, (re)pensar objetivos, realinhar e criar produtos e muito mais. Sempre focando na satisfação (encantamento) do público alvo.

 

Por sua vez, o público se relaciona com a marca de forma mais direta e dinâmica. Caso a interação seja prazerosa, humana e saudável, o público recomendará sua fanpage no Facebook, seu blog, seu Twitter, seu site, seus serviços, seus produtos e o que mais você tiver de excelente a oferecer. Ou seja, a propaganda passará a acontecer de forma espontânea e sem nenhum grande investimento financeiro para isso. Eu, Denilso de Lima, mantenho um blog, uma conta no Twitter e uma fanpage no Facebook para o Inglês na Ponta da Língua. E possa garantir que essas três ferramentas fazem uma diferença no serviço que presto e nos produtos que ofereço.

 

O Inglês na Ponta da Língua é inicialmente o título do meu primeiro livro publicado pela Editora Campus/Elsevier. No entanto, atualmente o Inglês na Ponta da Língua se tornou algo muito maior. É também uma fonte de referência para professores e estudantes de inglês e também para tradutores, intérpretes, professores universitários e profissionais de diversas áreas que precisam saber inglês.  Esse resultado todo graças a uma presença atuante e constante nessas mídias sociais.

 

O blog – http://denilsodelima.blogspot.com – tem cinco anos de idade. Durante esse período, tenho percebido cada vez mais o que público não deseja apenas dicas de gramática e vocabulário em inglês. Ele também quer, por exemplo, orientações sobre como aprender inglês sem as chatices de sempre. O blog recebe mais de 10.000 visitas diárias e tem mais de 20.000 assinantes via email. Um público fiel que interage com o Inglês na Ponta da Língua de modo espontâneo e que me ajuda a perceber que tipo de temas/produtos (livros, ebooks, cursos, dicas, palestras, etc.) preciso produzir para atender a necessidade dele.

 

Além do blog, tem ainda o Twitter – www.twitter.com/denilsodelima – com mais de 6000 seguidores (followers). Lá são compartilhadas dicas de inglês que apontam para o blog ou para outros sites com dicas. A interação com o público novamente acontece de modo natural e espontâneo. Tudo sempre focado nas necessidades do público e não no que o Inglês na Ponta da Língua tem a oferecer (vender). Ao colocar o público e suas necessidades em primeiro lugar, você se torna uma marca respeitosa e respeitada. Ou seja, não passa a imagem desesperada de que precisa vender algo.

 

Todavia, hoje eu afirmo que a princesinha do Inglês na Ponta da Língua em termos de mídias sociais é sua fanpage no Facebook – www.facebook.com/denilsodelima. Afinal, no ranking nacional nossa fanpage ocupa a posição de número 328 (e continua subindo a cada dia). Entre os sites/blogs de dicas de inglês é a pagina mais curtida do Brasil (19.315 fãs). O interessante é que é uma das mais faladas/comentadas dentro do Facebook (3.515 pessoas falando sobre ela). Por dia, nossa fanpage recebe entre 100 a 150 novos fãs diariamente. Mesmo sendo uma marca pequena, o Inglês na Ponta da Língua já deixou algumas marcas bem conhecidas para trás: Avianca, Sony Pictures Brasil, Itaú Cultural, Cerveja Itaipava, Kibon, Pão de Açúcar, GVT, Sukita Oficial, Brastemp, César Menotti e Fabiano e outras.

 

O resultado disso tudo? Aumento na venda dos livros, cursos e palestras que ofereço. Convites para dar palestras e ministrar workshops por todo o Brasil. Ser considerado referência no ensino de língua inglesa no país. Possibilidade de produção de conteúdo em formato eletrônico (ebooks, posts, podcasts, etc.) com mais qualidade e significado para o público. Em resumo, tornar-se lembrado por um enorme gama de estudantes e professores de inglês e também profissionais de diversas áreas que precisam estar com o inglês na ponta da língua.

 

Como alcancei esse resultado? Continue acompanhando o blog do Fábio Fiorini (Net Branding), pois compartilharei com vocês as minhas experiências e descobertas nesse incrível mundo das mídias digitais. O objetivo é ajudar a sua marca a aproveitar esse meio de baixo custo (ou custo zero) para ocupar espaço na mente de seu público alvo e assim ser lembrado positivamente por ele. Isso tudo por que a presença da sua marca nas mídias digitais importa tanto para seu público quanto para você.

 

 

* Denilso de Lima é o autor dos livros “Inglês na Ponta da Língua”, “Por que assim e não assado?” e “Gramática de Uso da Língua” (publicados pela Campus/Elsevier). Além de ser um profissional apaixonado por ensino/aquisição da língua inglesa, ele é também apaixonado por marketing, branding, mídias sociais e sucesso. Encontre-o no Twitter (www.twitter.com/denilsodelima), Facebook (www.facebook.com/denilso) e fique também com o Inglês na Ponta da Língua no Facebook (www.facebook.com/denilsodelima). Email: denilso@denilsodelima.com

Patrocínios de Risco!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Amigos leitores!

Os fatos nos levam a refletir.

Veja neste post imagem do lamentável ser que criou aquele confusão na apuração dos resultados dos desfiles das Escolas de Samba de SP.

Se perceberem, a camiseta dele, além de ser da escola está com marcas de patrocinadores (prática que passou a ser comum).

Não condeno e apoio o patrocínio.

Perguntas:

1 – Será que valeu a pena aparecer desta forma? (aparecer com a marca não basta, é preciso aparecer bem!)

2 – Será que a associação é positiva? (já tem gente falando que empresas apoiam estes grupos de pessoas ilícitas…)

3 – O que fazer nestes casos?

A solução é simples e serve de regra para qualquer patrocínio de marca:

1 – Avalie os riscos de coisas erradas que podem acontecer (neste caso isso até poderia ser previsível)

2 – Crie regras contratuais severas antes de assinar

3 – Imponha condições para o uso da marca

4 – Controle tudo o que disser respeito à marca

5 – Se achar que o risco de coisas erradas acontecerem é grande ou incontrolável, diga não!

Um abraço e excelente semana!

Fabio Fiorini

Aproveite a crise para melhorar seu negócio

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Olá leitores, como estão?

Mais um texto do passado bastante interessante que selecionei aqui hoje. Estou fascinado por isso, não só pelos textos, mas por estar em contato com a história do marketing e das marcas que tenho aqui comigo. Um tesouro valioso! Vou dividir com vocês sempre! Que empresa nunca passou por uma crise em algum momento? Pois é, remexendo meu acervo pessoal achei uma matéria publicada na Folha Management, em 28 de agosto de 1995, que pode ajudar você que está passando por uma situação complicada em sua empresa e não sabe como resolvê-la.

Usando a máxima shakesperiana apresentada na matéria original: “Também dá fruto doce a adversidade”, começo a discorrer sobre esse assunto. Desde pequenos nossos pais nos ensinam a aprender com nossos erros, a superar e nos reerguermos perante situações complicadas. E para quê tudo isso? Para sabermos lidar com todos os momentos da nossa vida, sejam eles bons ou ruins.

Agora, pensando em empresas, momentos ruins são aqueles em que elas se deparam com crises – queda da lucratividade, baixo rendimento dos funcionários, problemas com os produtos, possível falência – como agir nessa situação? E qual pode ser o benefício dela?

Como o próprio autor Jan Carlzon diz: “Um dos benefícios de uma crise, talvez o mais significativo, é que ela tende a construir um espírito comunitário.” Esse é o primeiro ponto importante, unir forças, perguntar a opinião de todos, traçar objetivos e soluções para sair dessa situação.

Outro ponto que o autor ressalta é a necessidade de manter determinadas atitudes até mesmo em momentos de alta, quando os problemas não estão batendo a nossa porta. Afinal, não basta apenas resolver, mas prevenir e sempre inovar. Como o autor diz: “Talvez a segurança seja uma ilusão”.

Perguntas que deixo aqui para reflexão:
1 – Será que às vezes uma queda momentânea não é o sintoma de certa falta de espírito de time?
2 – Quer testar?
3 – Pergunte para quatro pessoas da empresa quais os diferenciais que só vocês têm? As respostas foram iguais? Não? Cuidado!
4 – Está indo bem e crescendo? Continua a fazer tudo igual? Cuidado!

O mundo das marcas fortes é feito de apenas uma palavra: consistência. As marcas fortes se fazem com uma somatória de coisas bem feitas sempre. Quando somadas dão consistência e força, envolvem toda empresa, todas as áreas, todas as pessoas: marketing, vendas, financeiro, pós vendas…

A construção de uma marca eterna

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


Olá leitores, tudo bem?

Enquanto eu organizava a minha biblioteca pessoal, achei uma reportagem bem interessante da revista Exame, de 7 de outubro de 2009, a respeito de uma das bandas de rock mais populares de todos os tempos: os Beatles. O que mais chamou a minha atenção foi que o foco da matéria (anexo) não é a banda em si, mas a criação de uma marca bastante lucrativa.

Falar em rock e não pensar em Beatles é praticamente impossível. A banda britânica, que surgiu em meados dos anos 1960, ainda hoje é uma das marcas mais poderosa do mundo e a versão resmaterizada do seu disco “One”, lançada em 2009, figura na lista dos 200 álbuns mais vendidos de 2011, segundo o site da Billboard.

Formada pelos garotos de Liverpool: Paul, John, George e Ringo, Beatles, e seu recorde de vendas, representa muito mais do que qualidade musical. O quarteto exprime também a rebeldia e a revolução que marcaram época e que ainda influencia públicos de diversas gerações.

Para se ter uma ideia do sucesso da banda atualmente, pode-se notar a quantidade de CDs vendidos: em 2009, foram resmaterizados 14 álbuns, e em cinco dias 2,3 milhões de cópias já estavam vendidas. Aproveitando o lançamento da coletânea, a emissora MTV e a distribuidora Viacom criaram o Beatles Rock Band, que em apenas uma semana já estava na lista dos cinco jogos mais vendidos nos Estados Unidos, na Europa e no Japão.

Outro ponto favorável a banda é a elaboração de um marketing pra lá de eficiente. Afinal, conseguir manter a imagem que os garotos de Liverpool alcançaram não é algo tão simples. Uma das táticas é o longo espaço para o lançamento de novos produtos. Após a separação em 1970, teve a produção de seus álbuns em CD, em 1987, em 1995 a criação do Anthology, projeto que reuniu Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison para a gravação de três álbuns com canções inéditas escritas por John Lennon. Cinco anos depois lançaram o “Beatles 1”, a primeira coletânea de grande sucesso do grupo e que conquistou espaço no Guiness Book como álbum que vendeu mais cópias no menor espaço de tempo – 13,5 milhões no primeiro mês.

Essa demora nos lançamentos tem duas razões: a primeira é a necessidade de renovar seus fãs. A segunda, mais burocrática, está relacionada a quantidade de autorizações necessárias para a sua liberação para o mercado – é preciso a assinatura dos ex-Beatles, dos seus herdeiros, das viúvas, dos executivos da Sony/ATV (dona do catálogo com as músicas) e da EMI (detentora do direito de distribuição dos álbuns).

EM 2012…
Esse ano promete! Os Jogos Olímpicos de Londres estão se aproximando e essa deve ser mais uma forma de explorar o quarteto como um dos símbolos do país. A Disney já anunciou a recriação do filme Yellow Submarine, estrelado pelos integrantes da banda em 1968, agora em versão 3D. Martin Scorsese – cineasta americano famoso por produções ganhadoras do Oscar como Os infiltrados, em 2007 – trabalha numa biografia de George Harrison, que faleceu em 2001 com câncer de pulmão.

O fato é que tanto os ex-integrantes quanto as detentoras dos direitos de divulgação da marca sabem o grande material que ainda possuem para lançamentos futuros. Beatles representa uma verdadeira aula de arte e de como fazer negócios.

Então, que tal inspirar-se nessa marca, que mesmo com meio século de existência, ainda se mostra bastante atual e satisfaz públicos das mais diversas idades? Faça um teste:
1 – Você tem alguma análise de qual produto ou serviço da sua empresa é mais querido pelas pessoas?
2 – Você tem clientes que compram esse produto, que são idealizadores e indicam muito?
3 – Sente que poderia ter mais pessoas assim?
4 – Já perguntou se não está na hora de comunicar cada vez mais sobre todos os pontos desse produto ou serviço para que as pessoas se surpreendam e passem a amar cada vez mais?

Fonte:
http://www.billboard.com/#/charts-year-end/the-billboard-200?year=2011&begin=161&order=position

Conheça quem não é seu cliente e descubra os novos mercados

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Olá leitores, tudo bem?

Estava mexendo na minha biblioteca pessoal e achei um artigo bem interessante que gostaria de compartilhar com vocês. O administrador Peter Drucker o escreveu em 14 de agosto de 1995, para a Folha Management, mas o assunto continua bem atual. Dêem uma olhada no anexo e confiram a nossa análise.

Já faz tempo que as grandes empresas investem em pesquisas que mostram as mudanças nos perfis e hábitos dos consumidores. Para quem acha que esse hábito é algo atual, está muito enganado.
Em uma matéria publicada em 1995, o administrador Peter Drucker mostra que “toda empresa deve orientar suas ações de acordo com os clientes. Isso é ponto pacífico. Mas também deve agir de acordo com o mercado”. Uma novidade daquela época.

Focar-se apenas nos clientes não é mais suficiente, afinal, as mudanças não ocorrem somente entre os consumidores, mas elas afetam a todos, inclusive os não-clientes, que se apresentam em um número bem maior – a exceção seria uma detentora do monopólio. Como explicar a falência de grandes lojas de departamentos espalhadas pelo mundo, que possuem dados pessoais dos seus compradores? Elas possuem informações vitais para satisfazer as necessidades daqueles que já frequentam as suas lojas, mas esquecem de se preocupar com os futuros consumidores.

Seguindo a concepção dessas companhias, todas as donas de casa eram uma cliente, portanto, todo o resto da população não interessava. Uma ideia que mesmo há 16 anos, época em que a matéria foi publicada, já era um tanto quanto ultrapassada. Afinal, são poucas as mulheres que ainda ocupam apenas esse papel. Agora, em sua maioria, são profissionais dedicadas, com mais dinheiro e menos tempo para frequentar as lojas de departamento. Mesmo quando parecia óbvia essa mudança, as empresas notaram a nova forma de consumo quando era tarde demais.
É claro que as pesquisas sobre hábitos de consumo devem se pautar em seus clientes mais fiéis, mas isso não quer dizer que os não-clientes devem ficar de fora, pois, é o mercado que deve determinar o comportamento das companhias.

CONSUMIDORES DIFERENTES
Nessa nova era, os consumidores possuem pouco tempo, a vida tornou-se mais dinâmica, e eles querem ficar por, no máximo, dez minutos dentro de uma loja. Catálogos, malas diretas e televisão são os veículos utilizados atualmente para chamar a atenção desse público e divulgar as novidades. Uma forma de se ajustar ao comportamento dos consumidores.

Vale lembrar que há muito tempo o mercado deixou de ser homogêneo e os consumidores deixaram de ser classificados por faixas de renda. Agora, são tipificados de acordo com os seus diferentes estilos de vida. Grande parte dos empresários não conseguiu entender as mudanças nos seus mercados, esquece-se que as necessidades dos consumidores precisam ser valorizadas e satisfeitas. Devem enxergar a transformação estrutural pelo qual estamos passando e ver como as pessoas gastam seu dinheiro.

Vamos aproveitar o que foi visto nesse artigo e aplicar uma dica que pode ser muito valiosa para o seu negócio: questione não apenas o seu cliente, mas também aqueles que não conhecem a sua empresa e descubra quais são os reais motivadores para esse ocorrido.

Parece simples e existe quem seja contra isso, mas é sempre bom, mesmo que informalmente, conversar com as pessoas que não são seus clientes para sentir a temperatura e descobrir se existe alguma rejeição séria em relação a sua empresa. Já vivenciamos casos em que a percepção negativa era real por parte dos consumidores, mas irreal na prática. Um simples trabalho de comunicação dirigida resolveu. Tenha certeza de que, se bem feito, pode aumentar suas vendas e retenção de clientes.

 

DVD: 25 aes de marketing de baixo custo e alto impacto